Do aprazível ao desolador ficou a imagem da destruição tissunâmica que ocorreu na orla de Salvador.
O poder do homem contra o homem em favor da natureza.
Deixou-se construir, instalar-se, fazer comércio, criou-se a expectativa de bons negócios e depois um final desolador que entristeceu a muitos, mas deve ter agradado a alguns.
E agora? Após a destruição restam os restos, só escombros, lembranças de dias ensolarados e bastante
movimentados com crianças e adultos fazendo do ambiente natural o lazer e o releax necessário para "recarregar as baterias" dos dias de trabalho.
E as barracas de praia, características do estado da Bahia estavam inseridas na infra-estrutura e apoio fundamental aos banhistas, com bebidas e comidas típicas, áreas de lazer, algumas com áreas para as crianças e para o bom descanso dos visitantes.
ACABOU, AGORA PRAIAS VAZIAS. ATÉ QUANDO?
ACABOU, AGORA PRAIAS VAZIAS. ATÉ QUANDO?
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