É constante a falta de planejamento
em vários seguimentos que rodeiam o nosso dia-a-dia, vez por outra nos
deparamos com absurdos e despropósitos que de propósito só prejudica a todos,
inclusive a quem se beneficiou por momentos parcos e ganhos miseráveis.Aqui, trago uma realidade que mais parece irreal se não fosse presente à vista de quem por Natal, no Rio Grande do Norte, visita de passagem ou em estadias mais prolongadas.
No taxi o amigo motorista já anuncia, em seu conhecimento, a causa do monstrengo que se encontra erguido às margens da orla, mais precisamente na avenida "costeira"' ao que parece que por parecer que costeira pode ser, também, considerada a parte das costas, do oculto, do não visto à primeira vista, pode abrigar os mais absurdos das entidades que estão criadas para algo fazer, mas que na verdade os seus feitos carregam as prosopopéias de administradores que de nada administram em prol do belo, necessário e até lúdico.

A obra teria sido embargada por ser edificada com um andar a mais do que é autorizado. Que entendimento pobre, se é o que de verdade há, os prejuízos gerados pela decisão se não esta, qualquer que seja, teria que ser revista, pois mesmo que fosse algo que poderia prejudicar a quem lá viesse a utilizar, a decisão não deveria ser a mais fácil que é a do embargo e sim a da análise das alternativas para que o progresso fosse continuado, o presente fosse beneficiado e que o passado não impedisse o crescimento para todos.

A visão de um despropósito e contrário ao desenvolvimento de uma cidade, quiçá de um estado, ver-se na bela capital Natal.
Erguido, ao que parece "ao leu", o que seria um hotel 5 estrelas que abrigaria um bom nível de emprego e opções, hoje transforma a orla da cidade em mais um "macabro da engenharia" aguardando, já há muito tempo, que a ação do tempo o destrua aos poucos, enquanto isso, abrigo do nada, para o nada em prol das massas encefálicas disparatas dos gestores dos possíveis órgãos controladores, a justiça que é cega, surda e muda em esfera radical, etc., que se nos seus gabinetes nada produzissem seriam muito mais úteis à população.

Fazer o que ou o que foi feito ao longo do tempo em que o tempo é o guardião da destruição dessa obra da engenharia? O que foi feito de errado? Qual medida adotada, que não tenha sido apenas o embargo da obra?
O que foi dado em troca à população ou mesmo àquela orla, por conta da nefasta administração da obra, até agora, prostada no seu seio?
O que fez as fiscalizações dos órgãos que se dizem competentes, para que não houvesse a conclusão do projeto e da edificação.
Por mais justificativas que se venham apresentar, mesmo que todas sejam plausíveis, de nada valerá, pois o monstrengo da engenharia é a arte que se visualiza na avenida costeira de Natal.
Pobres gestores que se de uma bela surra fossem vítimas, não tomariam vergonha na cara que de limpa é infinitamente suja em relação ao meu vaso sanitário, após meses de uso sem nenhuma ação de limpeza.
Natal, você não mereces isso!
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