15 de mai. de 2011

Controvérsias à parte, esse negócio de cotas para afros descendentes nas faculdades da vida, essa coisa de discriminação racial e, por último, a tão badalada união homoafetiva demonstram falta de foco ou desvio de atenção no que de mais importante precisa a sociedade brasileira, até porque tudo isso é resultado da escassez de uma adequada base econômica, religiosa e familiar.


No foco social atual, infelizmente, diante de tantas prioridades, cada um tem convicções a respeito da união homoafetiva e, como opiniões e conceitos cada qual tem o seu e, mesmo juridicamente determinado, esses não mudarão, ainda mais no Brasil que o exemplo dos descumprimentos aos impostos nas Leis começa nas esferas superiores e que, lá, praticam o que bem entendem sem medidas de conseqüências  rígidas, a relação entre duas pessoas passa, necessariamente, pelo que a inquisição do futuro limita.

A primeira análise passa pelo físico biológico e a segunda pelo bom socialmente.

Nas minhas pesquisas constatei várias interpretações com resultados conflitantes, visto que, em todas elas, existe o conceito de quem as concebeu, mas de uma coisa não podemos nos afastar : a ordem social. Isso é forte para a concepção de um povo “respeitoso”,  “obediente” e “comprometido”. Coisas de governantes e governados. Aqui estão inseridos os princípios religiosos, políticos, econômicos, etc.

Tudo o que se pode ter encontrado nos campos literário, físico e prático terá uma conotação de manipulação, mesmo em votação unânime do que é votado não há distância entre a causa, o efeito e a “vantagem”. Esta independente do seguimento.

Deixando à parte a análise da legalização no Brasil sobre a união homoafetiva e focalizando no comportamento do ser humano, encontramos a homossexualidade desde os primórdios, no que foi revelado, o que se multiplica “...lhões” de vezes com os casos não revelados ou de baixa importância no contexto social.

A base da homossexualidade está no sentimento, na satisfação e no prazer, tudo isso atrelado ao descobrimento do que o corpo físico pode proporcionar. Pode-se não ter certeza, mas se o ser humano, em muitos casos divulgados, se mutila em busca do prazer, o sentimento homoafetivo é “fichinha” nessa comparação.

O relacionamento homossexual ou outro relacionamento qualquer deve ser “normatizado”, não pelos direitos e deveres dos tais “perde e ganha”, divisão de bens, ajuntamento de trapos e farrapos, pois para o tratamento disso já existem Leis, até demais. Juntem-se os indivíduos homoafetivos, mas não se criem possibilidades esdrúxulas, do tipo adoção de menor, aquisição de bens, dívidas ou receitas compartilhadas, para que não se necessite de Leis específicas no trato dos direitos e deveres das partes. Partamos do princípio de união “afetiva” e que essa união, por si só,  regule, também, e entre si, a individualidade, senão haverá de se ter Leis para determinar quem é obrigado a comprar o pão da manhã ou quem tem que pagar o ingresso para o show.  
É natural que “sob os lençóis” vários atos acontecem sem o abrigo da Lei e continuarão existindo, independente dela existir ou não, pois para termos a abrangência de todos os passos dessa máquina surpreendente que é o ser humano não haverá limites para as escritas, doutrinas ou sanções, pois cada momento será diferente, cada povo será diferente e cada rebanho terá o seu pastor com ideologia e vontade pessoais.

Simplifiquemos tudo isso com os ensinamentos religiosos, pois em nenhuma das escrituras, independente do seguimento, há o consentimento da união homoafetiva, sendo que essa união sempre existiu e continuará existindo, sem necessidade de Lei ou regulamentos, pois se tratarmos com severidade todas as Leis que já existem, a prosperidade da união homoafetiva não será demasiadamente descontrolada como tantas outras que mutilam a sociedade, a moral, a família e, de resto, todos os seres humanos.

Sejamos sensatos, isso é o mínimo requerido às criaturas racionais.

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